Lourdes de Castro
Lourdes de Castro

Lourdes de Castro

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SOBRE O LIVRO

No sítio da Praia Formosa, no Funchal, vivia uma menina feliz. Ela cresceu e tornou-se uma grande artista que pintava, desenhava, recortava, colava... e que viu as suas obras de arte expostas em galerias, museus, palácios e igrejas de vários países. Morou em França, onde comeu rabinhos de pão. Viveu em vários países e tornou-se mundialmente conhecida.
Esta é a vida de LOURDES CASTRO.

LOURDES CASTRO

Nascida no Funchal, em 1930, é a mais reconhecida artista plástica madeirense da atualidade.

A sua infância, na casa Praia Formosa, foi influenciada pela avó, a professora Laura Estela Magna, a primeira mulher a estudar no Liceu do Funchal e a fundadora e proprietária do antigo Colégio de São João de Deus (sito ao palacete recentemente restaurado na rua da Carreira, frente à antiga Photografia Atelier Vicente’s). Foi com a avó que começou a desenvolver interesse pela arte e pelas plantas.

LOURDES CASTRO começou os seus estudos no antigo Colégio Alemão do Funchal. O amor às artes levou-a para Lisboa, para estudar Pintura na Escola Superior de Belas Artes, enquanto integrava exposições coletivas em diferentes galerias da capital.

Em 1955, LOURDES CASTRO expôs sozinha pela primeira vez, no antigo Club Funchalense (edifício da rua de São Pedro, agora integrado no Colégio da Apresentação de Maria).

Viveu em Munique e mais tarde em Paris, altura em que detinha uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Na capital francesa, trabalhou sob a direção de Arpad Szenes e com o incentivo da esposa deste, a pintora portuguesa Vieira da Silva.

Depois de 25 anos a viver em França, voltou, em 1983, à Madeira. Viveu e trabalhou na Quinta do Monte, à época propriedade da família Rocha Machado, onde viveu e faleceu o imperador Carlos da Áustria-Hungria.

Poucos anos depois, instalou-se no Caniço (Santa Cruz), na casa onde, já este ano, recebeu, da Ministra da Cultura, a Medalha de Mérito Cultural atribuída pelo Governo Nacional. Posteriormente, em visita à Madeira, o Presidente da República entregar-lhe-ia as insígnias de comendador da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

Entre as suas obras, encontramos pinturas, desenhos e assemblages-collages de objectos pintados em alumínio. O seu grande amor são as sombras: em serigrafia; projectadas; contornos de pessoas em tela; sombras em plexiglas pintado e recortado; sombras deitadas, bordadas em lençóis; e ainda o Teatro de Sombras – sombras em movimento.

Obras suas integram os acervos de vários museus, tais como: Victoria and Albert Museum (Londres), Museu de Arte Moderna (Havana) Moderna Museet (Estocolmo) Musée Cantini (Marselha), Museu de Arte Moderna (Belgrado) Museus Nacionais de Varsóvia (Vroclaw e Lódz). 

No nosso país, encontramo-la representada no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa) e na Fundação de Serralves (Porto).

O Alto Patrocínio do Presidente da República

Para além das suas prerrogativas de Chefe do Estado, o Presidente da República pode fazer uso do extraordinário alcance da simbologia do seu cargo político de forma a mobilizar o País e os cidadãos.

Conforme indica a página da Presidência da República, o Alto Patrocínio do Presidente da República é “uma chancela e um contributo do Presidente da República para a concretização de ideias que tenham o futuro de Portugal como elemento de base e primordial”.

O Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa concedeu o seu Alto Patrocínio de Presidente da República VIDAS (DES)CONHECIDAS: LOURDES CASTRO, sendo enviada a informação da decisão pela sua Casa Civil ao Presidente da Direcção da Académica da Madeira, Eng. Alex Faria, no dia 6 de Outubro de 2021.

SOBRE O AUTOR

CARLOS DIOGO PEREIRA nasceu em Oeiras, em 1984, mas passou a infância em Castelo Branco. Vive no Funchal, cidade onde decidiu fazer os seus estudos superiores.

Formou-se em Biologia e, posteriormente, em Ensino da Biologia e da Geologia, pela Universidade da Madeira, com uma passagem pela Universidade de Évora.

Já colaborou em alguns programas universitários ligados à didática das ciências naturais para crianças e jovens, chegando a receber uma bolsa de investigação da Fundação Calouste Gulbenkian.

Dinamiza, ocasionalmente, ateliers de ciências e de História para crianças ou séniores, em diferentes contextos de ensino não formal.

É colaborador da Académica da Madeira desde 2006 e, entre outras iniciativas, apoia a investigação e a organização de visitas culturais a vários locais do Funchal.

Atualmente, é o responsável pelo serviço educativo do programa Herança Madeirense e, desde 2013, integra a equipa da Imprensa Académica - chancela editorial da Académica da Madeira, sendo autor e coautor de algumas obras infanto-juvenis publicadas por esta editora.

VIDAS (DES)CONHECIDAS - LOURDES CASTRO é a sua primeira obra editada pela CADMUS, editora-irmã da IMPRENSA ACADÉMICA, ambas propriedade da ACADÉMICA DA MADEIRA.

SOBRE A ILUSTRADORA

RAFAELA RODRIGUES é uma designer e ilustradora portuguesa nascida além-mar, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, em 1990. Ainda muito jovem, mudou-se com os pais para a Ilha da Madeira, mais propriamente para Machico, de onde é oriunda a família. Na infância mostrou aptidão para o desenho e, através dele, contar as histórias que lhe povoavam a imaginação. 

Chegado o momento de escolher a sua formação superior, a vocação falou mais alto licenciando-se em Design, pela Universidade da Madeira, e realizando, seguidamente, o mestrado em Ilustração na Escola Superior Artística do Porto-Guimarães.

Desde então integrou, e integra ainda, algumas comunidades dedicadas ao desenvolvimento, promoção e divulgação da Ilustração, tais como: n’A Farrapeira - Feira de Papel (em Guimarães), na Ó!Galeria (no Porto, que é uma das mais antigas galerias de ilustração do país), na Circus Network (também no Porto, galeria dedicada à arte urbana, à ilustração, à música e ao design), na marca de design de utensílios de cozinha NhamNham, ou na marca de mapas ilustrados The New Voyager (assinando a ilustração do mapa da cidade de Lisboa).

Em 2016, foi a artista selecionada para realizar o Concerto Ilustrado, com a banda portuguesa Prana, no Encontro Internacional de Ilustração de São João da Madeira (Aveiro).

Na vertente literária, tem vindo a ilustrar obras, mostrando o que refere como a sendo a sua ilustração de autor, em que as personagens ternurentas, apresentam um corpo em forma de pepino com bracinhos delgados e olhos amendoados e muito expressivos. O formato dos seus bonecos, que faz as delícias de miúdos e graúdos, surgiu-lhe de forma “bastante intuitiva” sublinha, e é uma constante em muitos dos seus trabalhos.

Com a CADMUS, já editou O Pescador e A Bordadeira, ambos da sua autoria e por si ilustrados.

COORDENAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO

RUI CARITA ( 1946 ; - )

É professor emérito e provedor do Estudante da Universidade da Madeira, instituição onde exerceu funções de vice-reitor e de pró-reitor para a área de projectos científicos. 

Foi professor convidado da Universidade de Pisa, em Itália, e assessor para a recuperação de património na Universidade de Santa Catarina, no Brasil. 

Em 2013 editou, em parceria com a Associação Académica da Universidade da Madeira, a obra Colégio dos Jesuítas - Memória Histórica, o que constituiu o primeiro passo para a abertura do antigo Colégio dos Jesuítas do Funchal ao público. 

Em 2012 foi convidado a integrar um projecto similar, no sultanato de Sarjah, nos Emirados Árabes Unidos, que envolveu trabalhos de arqueologia nas antigas fortalezas portuguesas do Golfo da Arábia. 

Tem orientado teses de mestrado e de doutoramento em universidades portuguesas, italianas, espanholas e marroquinas, onde também tem integrado júris, especialmente nas áreas do Património Edificado, da Arquitectura e Urbanismo, da Arqueologia e das Artes Decorativas. 

É autor de cerca de 50 livros de 200 catálogos, além de roteiros de comunicações editados em várias línguas. Em 2010, foi editado o seu Roteiro Republicano, referente à Madeira e, em 2008, os vários trabalhos sobre a história da cidade do Funchal, pela comissão Funchal 500 anos, responsável pelas celebrações do 5.º centenário da elevação do Funchal a cidade, e pelos CTT - Correios de Portugal.

A coleção VIDAS (DES)CONHECIDAS

A coleção VIDAS (DES)CONHECIDAS nasce da vontade em investigar e homenagear as vidas de vários madeirenses que, em tantos domínios, se afirmaram como nomes incontornáveis, apresentando ou recordando aos mais jovens as suas biografias. 

Inspira-se na coleção ILUSTRES (DES)CONHECIDOS, da IMPRENSA ACADÉMICA, que edita as obras de vários escritores da nossa terra.

ISBN: 9789895493258
Edição: 11/2021
Editor: Imprensa Académica
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 10 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 40
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis